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Justiça concede prisão domiciliar para suspeita de ordenar morte de joalheiro

A defesa de Maria da Paz Ferreira conseguiu a prisão domiciliar para a suspeita de mandar matar o joalheiro Edilson Sousa
Maria da Paz Ferreira | Foto: Reprodução/Debate Carajás
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O juiz titular da 3ª Vara Criminal da Comarca de Marabá, Alexandre Hiroshi Arakaki, atendeu nesta sexta-feira (8) ao pedido da defesa de Maria da Paz Ferreira e converteu a prisão temporária dela em prisão domiciliar. A mulher está sendo investigada por encomendar a morte do joalheiro Edilson Pereira de Sousa, em meados de abril deste ano, um crime bárbaro que repercutiu em todo o estado.

O Portal Debate Carajás conversou com o advogado Odilon Vieira Neto, que afirmou que Maria da Paz continua presa, à disposição da Justiça, em custódia domiciliar, devido a algumas atenuantes existentes nos autos do processo, como o fato de a suspeita ser idosa e ter problemas de saúde.

O criminalista foi enfático, porém, ao dizer que a investigada cumprirá todas as medidas cautelares impostas pelo magistrado, que também é presidente do Tribunal do Júri da Comarca de Marabá. A vítima teria sido morta por causa de uma dívida de R$ 1,9 milhão.

Maria da Paz foi presa no âmbito da Operação Golden, deflagrada pela Polícia Civil do Pará no último dia 30. Outros seis suspeitos, quase todos pertencentes ao mesmo grupo familiar, continuam presos. (Portal Debate Carajás)

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