Nessa quinta-feira (28/09), a prefeita da cidade de Rondon do Pará, Adriana Andrade, completou 1000 dias de gestão. A gestora foi eleita em 2020 com grandes expectativas, mas seu governo tem afundado em um caos administrativo completo.
Com a derrota do prefeito Arnaldo Rocha, em janeiro de 2021, Adriana Andrade tomou posse e fez promessas que, três anos depois, ainda não conseguiu cumprir. De acordo com o Portal Gazeta Carajás, obras tiveram início, mas não fim. As ruas da cidade estão esburacadas, há problemas na saúde e educação, além de polêmicas envolvendo máquinas trabalhando em outros municípios e a perda de apoios importantes na base política da gestora.
Parte da Câmara está contra a atual prefeita e isso pode pesar muito na tentativa de reeleição. Um dos motivos que tem contribuído para a impopularidade de Adriana Andrade é o fato de seu marido, Edilson Oliveira, ex-prefeito rejeitado pelo povo e acusado de corrupção, ser o seu grande mentor e estar por trás de todas as decisões de governo, segundo o Portal Gazeta Carajás.
Apesar de problemas e polêmicas, Adriana Andrade paga em dia o funcionalismo público municipal e não há reclamações quanto ao atraso no pagamento de fornecedores.
Na data em que completou 1000 dias de gestão, a prefeita viu reclamações por toda Rondon do Pará sobre problemas com água. O Saae da cidade segue em silêncio sobre os problemas, enquanto a água não chega nas torneiras. Adriana Andrade até inaugurou um poço artesiano recentemente, no bairro Gusmão, o terceiro da gestão, mas os problemas continuam.
Impopular, a prefeita ensaia se unir a Cristina Malcher, outra ex-prefeita de Rondon do Pará, na disputa das eleições de 2024. No entanto, quem tem crescido é justamente Arnaldo Rocha, que ela venceu nas urnas.
Arnaldo Rocha tem crescido em cima das falhas da gestora e conseguido diálogos com grupos que a emedebista não alcança. Faltando um ano para a disputa eleitoral, Adriana Andrade precisa reorganizar sua metodologia de trabalho para poder continuar no cargo por mais quatro anos. (Portal Debate, com informações do Portal Gazeta Carajás)


