O Serviço de Acolhimento Familiar, ligado à Secretaria de Assistência Social, Proteção e Assuntos Comunitários (Seaspac), está com inscrições abertas para famílias interessadas em cuidar temporariamente de crianças e adolescentes, que estão sob proteção da justiça. De acordo com a Seaspac, atualmente 15 famílias são cadastradas e parceiras do programa e 7 crianças estão em acolhimento familiar. Uma delas está sendo cuidada e acolhida pela dona de casa Jeane Márcia Carvalho.
As crianças e adolescentes atendidas pelo Programa Família Acolhedora são as que tiveram de ser retiradas da família, seja por risco pessoal ou social (abandono, negligência, abusos) encaminhadas ao acolhimento institucional. A psicóloga na Família Acolhedora, Renilde Xavier, explica que para estar apto para acolher a criança ou adolescente, o candidato passa por análise de cadastro e um curso de formação onde recebe todas as orientações necessárias. Vale destacar que as crianças são encaminhadas de acordo com o perfil das famílias.
“Essas famílias dão todo o suporte às crianças que precisam de amor, carinho, atenção, cuidado. Elas já recebem atendimento educacional, amparo de saúde, atendimento psicológico, então toda a rede é envolta justamente para atender essa demanda”, explica a psicóloga.
A criança pode ficar até dois anos em acolhimento familiar, até que o retorno à família de origem seja determinado pela justiça. Por isso, é importante reforçar que o acolhimento é diferenciado da adoção, pois a criança ou adolescente em algum momento terá de deixar o acolhimento temporário para retornar ao seio familiar ou para um novo lar adotivo.
As pessoas interessadas em participar do Programa Família Acolhedora devem procurar o serviço, na Rua Araguaia, número 630, bairro Novo Horizonte, atrás da Maçonaria do Novo Horizonte. O telefone para contato é o (94) 98803-1978 também funciona WhatsApp. (Portal Debate com informações da Secom PMM)


