Polícia prende em São Paulo dupla que aplicava golpes em servidores do Pará

As irmãs Yonara de Albuquerque Camurça e Christiane de Albuquerque Camurça eram investigadas, há cinco meses, pela prática dos crimes de estelionato e associação criminosa.
Yonara Camurça e Christiane Camurça - Crédito: Reprodução

SÃO PAULO (SP) – A Polícia Civil do Pará prendeu, em São Paulo, nesta sexta-feira (27), duas mulheres pelos crimes de estelionato e associação criminosa, cumprindo mandado judicial de prisão preventiva. A dupla foi identificadas como Yonara de Albuquerque Camurça e Christiane de Albuquerque Camurça.

De acordo com a polícia, elas eram investigadas há cinco meses pela prática dos crimes de estelionato e associação criminosa. Os crimes tinham como vítimas servidores públicos em Belém.

Denúncias indicaram que, há cinco meses, servidores públicos começaram a denunciar as duas mulheres, que abriram uma empresa de confecções e informaram às vítimas que, quem investisse um grande valor financeiro na firma, teria um retorno de 40% ao mês referente ao valor do investimento, algo que nunca ocorreu.

Segundo a polícia, as investigadas pegaram o dinheiro das vítimas e fugiram, deixando um prejuízo de cerca de R$ 600 mil. Elas se mudaram de Belém para São Paulo. A partir das investigações, foi possível localizar e cumprir os mandados de prisão contra as suspeitas. Agora, elas serão encaminhadas de volta ao Pará, conforme a decisão da Justiça.

“Seguimos atentos para combater qualquer tipo de atitude ilícita que venha a prejudicar cidadãos paraenses. Reforçamos também a importância de que qualquer pessoa procure as delegacias e os canais disponíveis para que as denúncias sejam devidamente apuradas e que os responsáveis respondam criminalmente pelos seus atos”, disse o delegado-geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende.

A prisão das suspeitas foi cumprida pela Polícia Civil do Pará, por meio da Diretoria de Polícia Metropolitana (DPM), com apoio do Departamento de Operações Policiais Estratégicas do Estado de São Paulo (DOPE) e do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO). Em breve, as larápias estarão custodiadas no Sistema Penitenciário do Pará. (Portal Debate, com O Liberal)

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