MARABÁ (PA) – O Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC) confirmou, em laudo, que as vísceras encontradas no Rio Tocantins, em Marabá, no último dia 29 de maio de 2022, não são de corpo humano como se havia desconfiado.
Havia a suspeita de o material ser do menino Davi Luiz Alves Souza, 3 anos, desaparecido em 15 de maio de 2o22, depois de cair da garupa do jet ski, pilotado pelo pai, em Marabá, no sudeste do Pará. A hipótese, entretanto, foi descartada. O acidente completou 37 dias nesta quarta-feira (22).
“As vísceras encontradas nas proximidades do local, não são de humanos”, informou, na noite desta terça-feira (21), o superintendente regional da Polícia Civil, delegado Vinícius Cardoso, em Marabá.
Relembre o caso
Davi Luiz despareceu durante um passeio com o pai, identificado como Luciano Alves Ferreira, na cidade de Marabá, no sudeste do Pará. As informações apontam que o pai pegou a moto náutica, após ingerir bebida alcoólica e levou a criança com ele para um passeio.
O responsável pela criança não tinha habilitação para pilotar o veículo. O garoto caiu da garupa do jet ski enquanto o pai pilotava e o corpo nunca foi encontrado mesmo depois de intensas buscas.
Até o dia do acidente, o pai era caseiro e morava com a família, em uma área náutica onde estava o jetski, de propriedade da área náutica. Na madrugada do acidente, o pai tinha sinais de embriaguez quando saiu na moto aquática com o filho na garupa.
No dia 26 de maio, ou seja, 11 dias após o acidente, o Corpo de Bombeiros suspendeu as buscas pelo menino, após inspeções e mergulhos diários no local. A Polícia Civil segue com as investigações e o indiciou. Há informações de que, atualmente, o pai do menino recebe atendimento psicológico, pois ficou muito abalado com a morte da indefesa criança. (Portal Debate, com o Liberal)



