Jovem mata namorada com 40 facadas e manda foto para mãe da garota

Ramon Bolivar matou a namorada Keilyn Vilassana, na manhã deste sábado (30), em Dourados, no Mato Grosso do Sul
Ramon Bolivar - Crédito: Reprodução

O venezuelano, Ramon Maximiliano Villarroel Bolivar, 21 anos, sequestrou e matou Keilyn Nelibeth Vilassana Arteca, na manhã deste sábado (30), em Dourados, a 233 km de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

O assassino matou a garota para “castigar” a família da vítima, venezuelana, que não aceitava Ramon Bolivar como namorado da garota. O assassino matou Keilyn Vilassana com 40 golpes de faca, tirou fotos do corpo e enviou para a mãe da adolescente.

O criminoso deixou o corpo sobre o colchão da casa onde morava e a faca jogada ao lado do cadáver. Depois seguiu até ao posto da Polícia Militar, confessou que tinha matado a mulher e foi levado para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac).

Faca usada no crime foi deixada ao lado do corpo (Foto: Adilson Domingos)

Sequestro e morte

De acordo com familiares de Keilyn Vilassana, por ser rejeitado pela família da vítima, o criminoso foi na manhã deste sábado (30) até a casa onde a adolescente morava com os pais, no Jardim Paulista, e a levou à força até a Vila Rosa, na região norte de Dourados.

No quarto decorado com balões vermelhos, ele a matou com dezenas de golpes de faca no pescoço. No interior do imóvel, havia manchas de sangue até nas paredes. Ramon Bolivar contou que conhecia a adolescente quando ainda moravam na Venezuela e que os dois estavam namorando escondidos da família da menina desde o ano de 2020.

O assassino negou que tenha sequestrado a vítima e alega que a adolescente foi por vontade própria até a casa dele. Ramon disse não ter planejado o assassinato e que o crime aconteceu durante briga do casal. “Falei para ela ir lá em casa para a gente conversar. A gente já não estava se dando muito bem. Saiu do controle”, relata.

Ramon Bolivar admitiu que a mãe de Keilyn Vilassana não aceitava o namoro dos dois. A menina morava com a mãe e o padrasto. O pai dela permanece na Venezuela. Perguntado se sabia quantas facadas tinha desferido da adolescente, o suspeito respondeu: “não saberia dizer”. (Portal Debate Carajás, com Campo Grande News)

Keilyn Vilassana – Crédito: Reprodução

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