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O ano era 1991. Antônio Rogério do Nascimento pegava a sua bicicleta e alguns mantimentos com um objetivo firme em mente: pedalar por 30 anos. O que para muitos parecia loucura, para “Neguinho do Asfalto” – como ficou conhecido – era uma questão de honra. Ele havia feito uma promessa para Nossa Senhora de Aparecida, e teria que cumprir.

Neguinho, que perdeu a mãe quando nasceu, ficou oito anos internado com uma série de problemas congênitos. Ele sofria com doenças como cegueira, paralisia e deficiências nos pulmões e rins. Desde que alcançou a graça, Neguinho já pedalou por todos os estados brasileiros e por outros 14 países pela América do Sul, Central e África.

A presença de Neguinho do Asfalto mobilizou os ciclistas de Redenção

Neguinho do Asfalto chegou esta semana em Redenção, no sudeste paraense. O ciclista, que é conhecido em todo o Brasil, virou atração na cidade e pretende pedalar até Belém. O ciclista contou à imprensa local que já gastou 10 bicicletas, 120 pneus e 52 pares de tênis durante essa jornada, que durará até 2022, com destino final no Canadá.

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