Hana Ghassan propõe ampliar uso de tecnologia e combater a violência contra a mulher no Pará

Candidata do MDB ao Governo do Estado apresentou propostas para a segurança pública durante desfile cívico-militar

A candidata do MDB ao Governo do Pará, Hana Ghassan, disse na segunda-feira (7) que pretende investir em segurança pública por meio da integração das polícias, ampliação de recursos tecnológicos e no combate rigoroso à violência contra a mulher.

“Investir nos policiais, na inteligência, na integração das polícias, em sistemas de monitoramento com reconhecimento facial, investir, acima de tudo, em tecnologia também, junto com o aumento do número de efetivos de segurança, para que a gente possa estar presente no dia a dia da população, fazer com que a nossa população possa viver em paz”, afirmou.

Hana participou do desfile oficial em celebração ao Dia da Independência, acompanhando as apresentações das Forças Armadas e das forças de segurança do estado. Na ocasião, ela conversou falou sobre os planos de governo para o setor de segurança e a valorização dos profissionais da área.

A candidata abordou a necessidade de realizar novos concursos públicos e de garantir assistência social e psicológica para os agentes que atuam no combate à criminalidade.

Entre as propostas tecnológicas apresentadas, Hana citou a expansão dos totens de segurança, o uso de reconhecimento facial integrado ao centro de comando e a aquisição de drones táticos para apoiar as ações policiais no estado do Pará.

“É muito importante a gente poder investir em creches para os policiais também, investir em ajuda, porque muitos passam por problemas, também do equilíbrio emocional. É uma profissão que exige muito dos nossos agentes de segurança. Eles dão a vida em defesa da nossa vida. Então é proteger quem protege a gente, acima de tudo. Cuidar desses profissionais que cuidam da gente”, anunciou.

Hana também afirmou que o combate ao feminicídio e a proteção às mulheres são pautas prioritárias de segurança pública para o desenvolvimento do estado.

“Aqui no Pará, agressor de mulher não vai ter um dia de paz. Nós agimos com a força da lei, agimos também com o bolso. Aprovei a lei da tornozeleira. Hoje em dia quem paga pela tornozeleira é o próprio agressor, não é mais a sociedade. Não estava certo a própria mulher agredida pagar pela tornozeleira”, afirmou. (Com g1 Pará)

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