A Polícia Civil procura o comerciante Raimundo José Aroucha Freitas, vulgo “Mato Grosso”, suspeito de aplicar golpes de faca nas costas, pescoço, rosto e decepar um dos braços da “amiga” Léia Silva de Sousa, no interior de um um bar, na cidade de Ourilândia do Norte, no sul do Pará.
O crime acorreu no sábado (21), por voltas de 20h, motivado pela altura de um som. Léia Sousa, como era amiga de Raimundo Freitas, resolveu baixar o volume sem o consentimento do agressor. O indivíduo, embriagado, disse que iria matá-la, mas ela achou que o suspeito estivesse brincando.
De acordo com testemunhas, “Mato Grosso” se retirou para a área de cozinha e começou a amolar a faca utilizada no crime. De repente, o monstro se aproximou da vítima e desferiu diversas facadas na “amiga”. Não satisfeito, o elemento pegou um facão, decepou o braço da mulher e ainda chutou o rosto da vítima.
Léia Sousa foi socorrida e encaminhada para o Hospital Santa Lúcia, em Ourilândia do Norte, mas depois foi transferida para o Hospital Regional do Araguaia, em Redenção, onde ficou em um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas foi transferida para uma enfermaria, pois seu estado de saúde era estável.
Testemunhas afirmaram que “Mato Grosso” chegou a Ourilândia, há anos, entretanto ninguém sabia a origem de Raimundo Freitas. Na época, a população ajudou a construir uma casa para o criminoso. O imóvel foi transformado em bar, onde o elemento vivia como se fosse uma pessoa de bem.
Segundo os vizinhos, o indivíduo apresentava problemas de saúde, mas nunca aceitou preencher uma ficha em uma unidade hospitalar, o que levantava suspeita. Após a tentativa de assassinato, a polícia descobriu que Raimundo Aroucha Freitas era foragido da Justiça do estado do Maranhão porque matou uma mulher. (Portal Debate Carajás, com Jornal O Níquel)



