Desde janeiro, Polícia apreende mais de 500 kg de skunk no Pará

A última apreensão mais significativa ocorreu no dia 1º de fevereiro, no bairro da Marambaia, em Belém.

Cerca de 522,3 kg de skunk, mais conhecido como a ‘super maconha’, foram apreendidos no Pará desde janeiro de 2024 até a manhã desta terça-feira, 13. As apreensões são fruto de operações e investigações realizadas tanto na região metropolitana de Belém quanto nas cidades do interior do Estado. Ao todo, para alcançar essa quantidade apreendida, foram realizadas seis ações.

A última apreensão mais significativa ocorreu no dia 1º de fevereiro, no bairro da Marambaia, em Belém. Na ocasião, 230 quilos de skunk foram encontrados na lataria de um caminhão. O condutor do veículo, que não teve o nome revelado, foi preso em flagrante. A Polícia Federal, responsável pelo caso, informou que já realizava investigações sobre o crime e que acompanhava a carga, que chegou de balsa vindo de Manaus.

Nos casos de apreensões realizadas na capital paraense e Região Metropolitana, alguns passaram a apresentar semelhanças entre si. Desde a maneira que a droga era transportada e também as características das embalagem usada nos entorpecentes. No entanto, as autoridades policiais continuam investigando para confirmar se os casos têm ligação ou não.

Também conhecida como supermaconha, a skunk age como uma substância psicoativa de ação perturbadora do sistema nervoso central e tem uma concentração mais forte de THC (Tetra-hidro-canabidinol), substância psicoativa que age alterando os níveis de serotonina e de dopamina, hormônios ligados às sensações de prazer e satisfação no cérebro. Ela é produzida a partir de uma espécie de cannabis sativa híbrida, resultado de cruzamentos de espécies diferentes de plantas do mesmo gênero. Criada em laboratório, a droga pode ter efeito até dez vezes mais potente do que a maconha. (Com Roma News)

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