Uma criança de 10 anos que foi estuprada segue internada no Hospital Regional Público da Transamazônica. O principal suspeito é o próprio padrasto que se negou a fornecer material genético para exame pericial.
José Miguel Soares Flexa, de 63 anos, foi preso suspeito de abusar sexualmente a enteada, uma menina de apenas 10 anos. O crime que chocou o município de Porto de Moz, interior do Pará, veio à tona depois que a criança saiu com o padrastro e voltou para casa com um sangramento nas partes íntimas. Pela gravidade, ela foi levada ao Hospital Municipal mas precisou ser transferida para uma unidade de alta complexidade.
O Hospital é o Regional Público da Transamazônica onde a menina segue internada recebendo os cuidados necessários. Em nota enviada pela polícia, o quadro, nesse momento, após a hemorragia, é considerado estável.
A polícia também informou que deu cumprimento ao mandado de prisão temporária porque o principal suspeito apresentou versões estranhas sobre o estupro e depois ainda saiu de casa tendo paradeiro incerto.
No primeiro momento, ele e a esposa, mãe da vítima, disseram que a criança teria sido abusada por um homem não identificado. Mas como a menina saiu da residência na companhia de José, a polícia desconfiou do padrasto e conseguiu localizá-lo. Já em novo depoimento, ele ficou em silêncio e se recusou a fornecer material genético para exame pericial.
A polícia segue investigando o caso e conta com a ajuda de testemunhas para concluir o inquérito. O delegado quer saber se a mãe foi ou não conivente com o crime de estupro de vulneravel. José já foi transferido para o Complexo Penitenciário de Vitória do Xingu. (Com Confirma Notícia)


