A polícia ainda não conseguiu desvendar o duplo assassinato

Durante a manhã de hoje (3), ocorreu um duplo homicídio, no município de Bom Jesus do Tocantins, sudeste do Pará, onde Jurlei Gonçalves da Silva, de 62 anos, e sua companheira Thaís Vaz, de 15 anos, foram executados. De acordo com a Polícia Militar, a autoria da morte do casal está sendo atribuída ao  vaqueiro da Fazenda Castanheira, pertencente a Jurlei Silva, conhecido como “Gilberto”. O acusado encontra-se foragido e seria morador da cidade de Bom Jesus.

A bela Thaís foi morta com pancadas desferidas com um botijão de gás na cabeça e uma facada no pescoço

Requintes de crueldade

De acordo com Polícia Militar, o casal foi assassinado com requintes de barbaridade. Jurlei Silva foi encontrado com pés, mãos e pescoço amarrados e com sete perfurações de faca no corpo. Já Thaís Vaz foi encontrada amarrada e sem roupa. Ela foi morta com batidas de botijão de gás na cabeça e com uma perfuração de arma branca no pescoço. Segundo moradores, a população de Bom Jesus está chocada com a perversidade cometida contra Jurlei e Thaís. 

Assim que a morte do casal foi anunciada, houve uma grande comoção nas redes sociais. A Secretaria de Educação de Bom Jesus publicou uma nota de pesar, lamentando a morte de Thaís Vaz, e suspendeu as aulas na Escola Raulino de Oliveira Pinto, local onde a aluna estudava o 6º Ano do Ensino Fundamental.

Jurlei Silva foi amarrado e esfaqueado

O crime teria ocorrido nas proximidades da Gleba Mãe Maria, distante cerca de 25 km da Vila São Raimundo, popularmente conhecida como “Km 40”. Nada foi levado da casa. Os policiais se deslocaram até a casa de Gilberto e encontraram rastro de sangue na residência e na rede onde ele dormia. Em seguida, os policiais seguiram o rastro de sangue até a um matagal, mas o suspeito não foi localizado, apenas uma moto Honda CG 125 estava abandonada às margens de uma mata.

O duplo assassinato ainda está envolto em mistérios, mas as investigações estão em andamento, através da Polícia Militar e da Polícia Civil. No local dos crimes, foi encontrada uma lata queimada com uma pedra de crack, possivelmente, a droga foi consumida pelo acusado.  Em breve, os órgãos de segurança deverão se pronunciar sobre o caso.

Pedro Souza