VÍDEO: Oficial de Justiça de Marabá cospe no rosto de garçonete em bar no Piauí

A vítima, Maria Luiza Santos, de 22 anos, relatou que o desentendimento começou depois que Washington teria retirado uma garrafa de cerveja do bar e levado a outro estabelecimento próximo
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Um oficial de Justiça identificado como Washington Trindade da Silva Júnior, lotado na Central de Mandados da Comarca de Marabá, aparece em um vídeo cuspindo no rosto de uma garçonete durante uma discussão dentro de um bar em Barra Grande, no litoral do Piauí. O caso aconteceu na última quinta-feira (6) e passou a repercutir nas redes sociais após a divulgação das imagens.

A vítima, Maria Luiza Santos, de 22 anos, relatou que o desentendimento começou depois que Washington teria retirado uma garrafa de cerveja do bar e levado a outro estabelecimento próximo. Ao perceber a situação, ela afirmou ter informado ao cliente que a garrafa pertencia ao local e que precisaria recuperá-la.

Segundo Maria Luiza, a abordagem teria provocado uma reação agressiva. Ela contou que foi alvo de xingamentos e que o homem teria tentado tocá-la durante a discussão. A situação foi contornada naquele momento, mas, conforme o relato da garçonete, o cliente retornou ao bar no dia seguinte procurando por ela. Assista ao vídeo:

Ainda segundo a jovem, o homem teria apontado o dedo em seu rosto, feito novos xingamentos e proferido ameaças. Em seguida, teria cuspido no rosto dela antes de deixar o estabelecimento. As imagens que circulam nas redes sociais mostram parte da discussão e o momento da agressão.

Após o episódio, o estabelecimento publicou uma manifestação de repúdio nas redes sociais. A direção afirmou que uma integrante da equipe foi vítima de xingamentos, humilhação e violência dentro do estabelecimento e informou que os dois episódios foram registrados em boletim de ocorrência e encaminhados às autoridades.

Maria Luiza afirmou que ficou abalada com o episódio e pediu que o caso seja apurado. A Polícia Civil do Piauí já identificou o homem, que poderá responder por injúria real e ameaça. A reportagem do Portal Debate tentou contato com o oficial de Justiça para ouvir sua versão sobre o ocorrido e o teor das acusações, mas não conseguiu localizá-lo. O espaço permanece aberto para manifestação. (Portal Debate, com Portal Carajás Notícias)

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