Incêndio destrói três estabelecimentos comerciais no centro de Parauapebas

A operação de combate às chamas mobilizou cerca de 50 profissionais de sete instituições. O Corpo de Bombeiros atuou com 20 militares, apoiados pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Parauapebas (SAAEP), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Polícia Militar, Guarda Municipal e Defesa Civil

Na noite de quinta-feira (14), um incêndio de grandes proporções atingiu três estabelecimentos comerciais na Rua Gabriel Pimenta, no Bairro Rio Verde, área central de Parauapebas. O fogo começou por volta das 19h30 e atingiu lojas de confecções e utensílios próximos à Praça do Cidadão.

Este foi o segundo incêndio registrado no município em um intervalo de sete dias. No dia 7 de agosto, outro sinistro havia destruído parte das instalações da empresa Fermaq, na Avenida Liberdade, reacendendo o debate sobre prevenção e segurança contra incêndios na cidade.

A operação de combate às chamas mobilizou cerca de 50 profissionais de sete instituições. O Corpo de Bombeiros atuou com 20 militares, apoiados pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Parauapebas (SAAEP), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Polícia Militar, Guarda Municipal e Defesa Civil.

Houve participação da iniciativa privada, com a empresa Vale fornecendo caminhões especializados, equipamentos e equipe técnica para auxiliar nos trabalhos. No total, quatro veículos de combate a incêndios foram utilizados — dois do Corpo de Bombeiros, um da Vale e um do ICMBio —, além de caminhões-pipa com capacidade aproximada de 50 mil litros de água.

As equipes trabalharam por quase três horas, concentrando esforços para evitar que o fogo se espalhasse para imóveis vizinhos. De acordo com o comando do 23º Grupamento Bombeiro Militar, a estratégia foi eficaz e impediu maiores danos na região comercial.

Não houve registro de vítimas, fato atribuído ao horário do incidente, quando os estabelecimentos estavam fechados, e à evacuação rápida da área.

As causas do incêndio ainda serão apuradas. O Corpo de Bombeiros realizará perícia técnica para identificar a origem e os fatores que contribuíram para a propagação das chamas. A Defesa Civil fará avaliação estrutural antes de autorizar qualquer reconstrução. Os proprietários dos imóveis devem seguir os trâmites junto aos órgãos competentes para regularização, reconstrução e acertos de indenizações ou seguros.

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