Arma, munições, dinheiro, drogas e celulares são apreendidos em Dom Eliseu

Operação Escobar foi deflagrada para cumprir 14 mandados de busca e apreensão e 20 mandados de prisão preventiva por organização criminosa, associação para o tráfico e por tráfico de drogas

A Polícia Civil do Pará deflagrou, na manhã desta quinta-feira (20), a operação “Escobar” para combater a atuação de uma facção criminosa que atua na região de Dom Eliseu, sudeste do Pará.

Equipes da Delegacia de Paragominas deram apoio na ação que prendeu dez pessoas e apreendeu maconha, cocaína, crack, uma balança de precisão, certa quantia em dinheiro, uma pistola 9mm, onze munições de calibre 9mm, dez aparelhos telefônicos, notebook e apetrechos para embalar entorpecentes.

“Além do material apreendido, nós conseguimos efetuar a prisão de dez indivíduos, sendo cinco em Dom Eliseu, um em Paragominas, dois em Ananindeua e outros dois  em São Luís. É importante destacar que, dentre oa presos, uma mulher possuía o cargo de tesoureira chefe de uma facção criminosa e dois homens possuíam cargo de liderança na mesma organização criminosa”, destacou o delegado Marconi Marques, coordenador da operação.

Entre as pessoas presas em cumprimento aos mandados de prisão, duas receberam voz de prisão em flagrante por tráfico de entorpecentes e quatro já estavam no sistema prisional na cidade de Ananindeua e em São Luís, no Maranhão.

A Polícia Civil atua de forma sistemática e integrada para combater a criminalidade em todo o Estado do Pará. Nós desenvolvemos um trabalho investigativo de inteligência para descobrir onde e como atuam estas organizações criminosas com objetivo de desarticular os crimes por elas cometidos”, ressaltou o delegado-geral Walter Resende.

Um dos alvos da operação é investigado por estupro de vulnerável. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do indivíduo, foi localizada uma arma calibre 9mm que foi apreendida.

“Nós contamos com 80 policiais civis e 20 viaturas da PC durante as diligências da operação Escobar. Recebemos também o apoio de 13 policiais militares, de equipes da Companhia Independente de Missões Especiais (CIME) de Paragominas e da Polícia Civil do Maranhão”, pontuou o delegado Cristiano Nascimento, superintendente regional da Zona Guajarina.

O trabalho da PCPA continua para identificar e localizar outros envolvidos em organizações criminosas. Qualquer denúncia pode ser feita de forma anônima pelo 181. (Com Agência Pará)

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