Igreja evangélica se manifesta sobre prisão de pastor em Marabá

A igreja evangélica emitiu uma nota de esclarecimento em resposta ao caso
Valdireis Santos Ribeiro Foto: Reprodução.

MARABÁ (PA) – Após a prisão de um líder religioso identificado como Valdireis Santos Ribeiro, suspeito de envolvimento em um crime ocorrido em 2005, a igreja evangélica representada pelo pastor setorial de Marabá, Alberto Soares, e pela pastora Mônica Soares, emitiu uma nota de esclarecimento sobre o ocorrido. O caso ganhou grande repercussão na cidade de Marabá, no sudeste do Pará, e as informações sobre a prisão foram repassadas pela Polícia Civil.

A prisão ocorreu na última sexta-feira (14), dentro de uma igreja, e foi resultado de uma ação conjunta entre as polícias do Maranhão e do Pará. O pastor de 37 anos é suspeito de assassinar um homem em Açailândia, localizada a 562 km de São Luís, no Maranhão.

Segundo as investigações, o crime aconteceu em 13 de novembro de 2005, no bairro Capeloza, em Açailândia. A vítima, identificada como Jason Rocha dos Santos, estava em um bar com o suspeito quando ocorreu uma discussão entre eles. Após a briga, ambos saíram do estabelecimento, e o suspeito teria retornado posteriormente ao bar, continuando a consumir bebidas alcoólicas. Algumas horas depois, Jason Rocha foi atingido por um disparo de arma de fogo enquanto passava em frente ao bar, vindo a falecer.

Na época, o suspeito fugiu da região e se tornou foragido da Justiça do Maranhão. As investigações foram retomadas após o pastor registrar um boletim de ocorrência relacionado a um furto ocorrido na igreja em que atuava, em Marabá.

Após a localização do suspeito, ele foi preso e levado à delegacia, onde prestou depoimento. Posteriormente, deverá ser encaminhado ao Sistema Penitenciário do Maranhão.

A igreja emitiu uma nota de esclarecimento em resposta ao caso, a qual é apresentada na íntegra a seguir:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

“Em virtude do fato ocorrido na reportagem do dia 14/07/2023, venho me manifestar por meio desta nota, aproveitando a oportunidade que este veículo de comunicação me ofereceu para exercer meu direito de resposta. Diante dos fatos ocorridos, gostaria de esclarecer que o nome do ministério “Deus é amor” foi mencionado de forma lamentável ocorrido com um ‘pseudo’ ‘membro’, em uma unidade anexa do ministério “Deus é amor”. Cumprindo assim a palavra de Deus, separando o “joio” do “trigo”. A ação rápida e eficaz da brilhante Polícia Civil do Estado do Pará merece nossos parabéns.

Desde já, o ministério “Deus é amor” vem relembrar que somos uma organização assistencial (Projeto REVIVER) e psicológica, atuante desde 1962, representada pelo pastor setorial de Marabá, Alberto Soares, e pela pastora Mônica Soares. Salientamos que nosso ministério repudia quaisquer conduta ou ato que esteja em desacordo com os mandamentos da palavra de Deus e da justiça dos homens.

Atenciosamente,

Pr. Alberto Soares”

(Mateus Nino/Portal Debate)

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