Marabá registra mais de 60 casos de dengue em 2022

Maior incidência foi em São Félix Pioneiro, Folha 1, bairros da Infraero e Bela Vista. Nestes locais, a equipe realizou uma ampla cobertura de atendimento
Foto: Divulgação

A Coordenação de Vigilância Ambiental e de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde continua o trabalho intensivo de combate à proliferação do Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue e chikungunya. Para este trabalho, mantém equipes distribuídas por todos os bairros, principalmente em áreas onde houve registro da doença.

De acordo com Amadeu Moreira, Coordenador de Vigilância Ambiental e de Endemias, este ano foram registrados 63 casos positivos de dengue e a maior incidência foi em São Félix Pioneiro, Folha 1, bairros da Infraero e Bela Vista. Nestes locais, a equipe realizou uma ampla cobertura de atendimento.

“Nós estamos mantendo a intensificação dos trabalhos e as visitas domiciliares, pois estamos no período de chuvas e nesta temporada temos que redobrar a atenção. A tendência é aumentar os criadouros do mosquito e está confirmado que em todos os bairros de Marabá tem foco”, explicou.

Amadeu Moreira, Coordenador de Vigilância Ambiental e de Endemias

A Coordenação de Endemias pede à população que ao surgirem os primeiros sintomas da dengue, procure uma Unidade Básica de Saúde e caso seja confirmada a doença, o Departamento faz o bloqueio da área para que seja intensificada a ação de combate ao mosquito.

O bairro da Infraero e Bela Vista recebe a visita das equipes cotidianamente, pois de acordo com o LIRA (Levantamento Rápido de Índice para o Aedes Aegypti), que aponta alta quantidade de mosquito nestes locais, o que resultou em um aumento de ações de combate à proliferação e controle da doença.

“Neste ano estamos fechando mais equilibrado em relação à doença e pedimos a população para ficar atenta e fazer a sua parte para não haver a proliferação do Aedes Aegypti. A alta quantidade de focos do mosquito aumenta o cuidado e a Vigilância pede às pessoas que limpem seus quintais para evitar  proliferação do mosquito. Nós não temos que cruzar os braços e todos devem trabalhar contra o mosquito”, esclareceu o coordenador Amadeu. (Com Secom PMM)

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