ANAJÁS, ILHA DO MARAJÓ – O Ministério Público (MPPA) acompanhou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, na “Operação Pietá”, na manhã desta terça-feira (22), na área urbana da cidade da cidade de Anajás. A operação faz parte das investigações do caso Amanda Julie Ribeiro Sobrinho, 10 anos, com requintes de crueldade, segue chocando a sociedade do Estado do Pará.
A criança, foi encontrada morta, na tarde do último sábado (11), embaixo de um trapiche, as margens do Rio Anajás, no Arquipélago do Marajó, com a língua cortada.
A operação foi coordenada pelo Delegado de Polícia Thiago Diniz, da Divisão de Homicídios, e ocorreu em duas residências de pessoas investigadas. O objetivo da operação foi coletar elementos informativos a serem trazidos ao inquérito policial, esgotando todas as linhas de investigação sobre a brutal morte da criança Amanda Sobrinho, ocorrida no dia 10 de junho de 2022.
Investigação
O delegado geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende, destacou que a força tarefa montada pelos órgãos de segurança do Estado para investigar o caso, seguirá com o objetivo de identificar outros envolvidos e levantar mais informações para, ao final do inquérito, esclarecer as motivações do crime e punir criminalmente os responsáveis. O trabalho investigativo segue sob sigilo.
Walter Resende, em coletiva de imprensa, contou que as investigações do crime seguem duas vertentes. A primeira, é do envolvimento do pai de Amanda Sobrinho, Anderclei Sobrinho, com o traficante Josuel dos Santos (mandante do crime e morto em confronto com a polícia).
A segunda linha de investigação segue no rumo de que Amanda teria se envolvido em uma briga com uma pessoa parente do traficante, dias antes desaparecer. A Polícia conseguiu capturar Jobson da Silva Miranda, vulgo “Loirinho”, que teria confessado participação na morte da criança. (Portal Debate, com Roma News)



