O movimento de advertência ao governador Helder Barbalho (MDB), a chamada “paralisação estadual”, está marcada para quarta-feira (1º), às 9h, em frente ao Palácio dos Despachos, localizado na Avenida Almirante Barroso com Dr. Freitas, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp), na cidade de Belém, no Pará.
De acordo com a coordenação do movimento, o ato público unificado visa a defesa do piso salarial dos profissionais da rede pública da educação básica, implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), lotação por jornada e reforma das escolas públicas estaduais em todo o Pará, pois as obras se encontram paralisadas ou abandonadas pelas empresas que ganharam a licitação.
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Segundo a categoria, os educadores estão enfrentando mais um ataque ao chamado “piso salarial do magistério”, pois, no início de 2022, depois de muita pressão, Helder Barbalho foi obrigado a pagar os 33,24% de reajuste, seguindo uma lei federal, porém, nos últimos meses, o governador anda querendo acabar com essa mesma lei no Supremo Tribunal Federal (STF).
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Desde o ano de 2016, o Pará não paga o reajuste do piso salarial para a categoria, logo existe todo um grande passivo que precisa ser quitado junto aos educadores. O próprio STF deu ganho de causa para a categoria relativo ao reajuste de 2016, porém o “Barbalhinho” estaria se utilizando de filigranas jurídicas, na surdina, para barrar o pagamento a partir do ano de 2017 para tristeza de quem doa a vida pela educação.
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Na votação no Supremo, depois de muita articulação política dos barbalhos, o placar já mostra dois votos para derrubar a ação do Sintepp e deixar de pagar o reajuste dos professores. Para a categoria, a “paralisação estadual” desta quarta-feira (1º) será apenas o início de uma batalha que promete ser dura e barulhenta. No meio dessa confusão, vai sobrar para os alunos que não têm nada a ver com essa “briga de cachorro grande” no Pará. (Pedro Souza/Portal Debate)
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