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Vigilância Sanitária avalia hoje suspensão do consumo de peixes em Marabá

Vigilância Sanitária realiza reunião com corpo técnico para avaliar riscos de se contrair a “doença da urina preta”.
Crédito: James Oliveira
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Os casos 4 suspeitos da “Doença de Haff”, conhecida como “doença da urina preta”, nas cidades de Santarém, Juruti e Vitória do Xingu, na região oeste do Pará, e o caso suspeito na cidade de de Igarapé-Miri, no Baixo Tocantins, distante cerca de 460 km de Marabá, levaram Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa) a debater sobre possíveis medidas sanitárias a serem adotadas na Terra de Francisco Coelho, na tarde desta segunda-feira (13).

Os vendedores de peixes e mariscos já começaram a sentir os efeitos da repercussão da notícia sobre a “doença da urina preta” em Marabá. O caso investigado em Igarapé-Miri se deu em um afluente direto do Rio Tocantins, o mesmo rio que banha Marabá, e já diminuiu bastante o consumo de peixes na cidade.

Além dos peixes “Pirapitinga”, “Pacu”, “Tambaqui”, “Arabaiana”, “Badejo” e os crustáceos “lagosta”, “lagostim”, “camarão”, o tradicional “Tucunaré” também estaria na lista de peixes investigados sob suspeita de ser um hospedeiro da toxina da “Síndrome de Haff”.

O Portal Debate Carajás conversou com o coordenador do Divisão de Vigilância Sanitária, Daniel Soares, no início da manhã desta segunda-feira (13), sobre as providências a serem adotadas em Marabá, pois várias cidades já estariam restringindo ou proibindo o consumo de peixes e mariscos devido a “doença da urina preta” em rios do Pará.

Daniel Soares afirmou que foi criada uma equipe técnica na Divisa para avaliar os riscos da chegada da “Síndrome de Haff” a Marabá. Hoje (13), haverá uma reunião para se debater o problema sanitário , no final do dia, será emitida uma manifestação a respeito das medidas a serem adotadas, visando a prevenção contra a “doença da urina preta” em Marabá. (Pedro Souza/Portal Debate Carajás)

Crédito: Reprodução

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