VÍDEO: PM bate na cara de suspeito de agredir a mãe acamada

Nas imagens, é possível ver o policial chegando ao bar acompanhado de outro agente. Após cumprimentar os frequentadores, o policial se dirige diretamente ao suspeito e começa a conversar com ele, alertando-o para nunca mais agredir a mãe
Foto: Reprodução

DA REDAÇÃO — Imagens de câmeras de videomonitoramento de um bar em João Neiva, na região Noroeste do Espírito Santo, registraram um incidente envolvendo um policial militar e um homem suspeito de violência doméstica. Nas imagens, o policial aparece desferindo três tapas no rosto do homem, que seria suspeito de agredir a própria mãe, uma senhora acamada. O caso ocorreu em 20 de outubro, no bairro Cristal, mas só agora as imagens foram divulgadas, trazendo à tona o episódio e gerando repercussão.

Segundo informações, a polícia foi acionada por um parente do homem agredido, que relatou a suspeita de violência contra a mãe do rapaz. Nas imagens, é possível ver o policial chegando ao bar acompanhado de outro agente. Após cumprimentar os frequentadores, o policial se dirige diretamente ao suspeito e começa a conversar com ele, alertando-o para nunca mais agredir a mãe. Durante a conversa, o policial afirma que o homem merece os tapas e que ele será preso se voltar a causar problemas na casa da mãe.

Após a advertência e os tapas, o policial aperta a mão de um homem que estava no balcão e deixa o local. Logo depois, uma mulher que também estava no bar se aproxima do homem agredido e comenta que ele “apanhou pouco” e que merecia uma punição maior, reforçando a indignação de algumas pessoas presentes no local. O vídeo que circula nas redes sociais gerou diferentes opiniões sobre a conduta do policial e as circunstâncias do caso.

Em nota, a Polícia Militar informou que tomou conhecimento das imagens e instaurou um procedimento administrativo para apurar todos os detalhes do ocorrido. A corporação afirmou que está comprometida em investigar a situação de forma transparente, avaliando a conduta do policial e a legitimidade de sua reação diante das alegações de violência contra uma pessoa vulnerável. (Portal Debate)

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