Familiares de um bebê de seis meses de vida provocaram tumulto na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Abaetetuba, nordeste do Pará, nesta terça-feira, 5, ao afirmar que a criança, que teve a morte confirmada pelo hospital, teria se mexido dentro do caixão durante o velório e estaria viva, mas teria morrido logo depois por causa do formol.
A criança teve a morte atestada na segunda-feira, 4, devido a uma obstrução intestinal. Com o caixão nos braços, eles entraram na UPA cobrando respostas. Imagens, que circulam nas redes sociais, mostram a revolta e desespero dos familiares da criança com a situação. (Veja no final da matéria)
Em nota, a Prefeitura de Abaetetuba lamentou a perda da família e negou qualquer erro no atestado de óbito e disse que a “impressão de sinais vitais e movimentos após o óbito devido ao armazenamento de energia” é comum.
“Lamentamos profundamente a perda da família e afirmamos que foram empreendidos todos os esforços no sentido de salvar a vida da paciente, bem como, foi realizado todo o protocolo para que o óbito fosse atestado, não restando dúvida sobre a condição, posteriormente confirmada pela equipe do Hospital Regional Santa Rosa. Oportunamente, esclarecemos que é comum a impressão de sinais vitais e movimentos após o óbito devido ao armazenamento de energia, além de sofrer influência de outros fatores, como temperatura ambiente. O que pode ter causado o referido episódio”, afirma a nota.
Ainda segundo prefeitura e Secretaria Municipal de Saúde, o Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para realização de perícia para atestar o horário do óbito. E um Boletim de Ocorrência foi registado na Delegacia de Polícia Civil de Abaetetuba.
Veja o momento do tumulto abaixo:
(Com Roma News)


