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“Vaqueirinho” mata desafeto e morre em refrega com a polícia em Parauapebas

"Vaqueirinho", à esquerda, e Thaylan Oliveira.
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O segurança, Thalyan Oliveira Silveira Santiago, de 23 anos, foi assassinado em Parauapebas, no sul do Pará. O crime ocorreu na noite desta segunda-feira (15), por volta de 20h40. Horas depois, um dos suspeitos do homicídio morreu em confronto com a polícia.

O suspeito morto e identificado como Magno da Silva, vulgo “Vaqueirinho” e teria associação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa originária de São Paulo. As motivações do crime seguem sob investigação pela Polícia Civil.

Eram aproximadamente 21h30. Thalyan, assim como outras pessoas que estavam na Rua Matusalém, no Bairro Betânia, estavam nas portas das casas. Dois homens em uma moto se aproximaram e Thalyan começou a correr quando percebeu que estavam se aproximando dele, mas sem sucesso.

A vítima recebeu o primeiro disparo, caiu no chão, os bandidos atiraram mais vezes e fugiram logo em seguida. A vizinhança inteira ficou aterrorizada. O rapaz foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Duas horas depois, policiais militares e civis continuavam as diligências para localizar os suspeitos do crime. Agentes da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam) receberam informações de que os suspeitos estavam em uma casa na Rua São Pedro, bairro Popular II, na tentativa de se esconderem.

Os policiais conseguiram flagrar três pessoas, que se homiziaram dentro da residência. Dois fugiram, mas o suspeito “Vaqueirinho” resistiu atirando, porém houve revide e o meliante ‘levou a pior’. Após vários minutos de tiroteio, o bandido foi atingido. Ele foi socorrido para o Hospital Geral de Parauapebas (HGP) e também morreu pouco depois, durante atendimento médico.

No interior da casa, onde ocorreu o confronto, policiais apreenderam a arma usada pelo criminoso, um revólver calibre 32, com seis munições, sendo cinco deflagradas, uma porção de maconha e um celular que foi apreendido e será periciado, em busca de pistas para outros crimes e suspeitos. A PC continua nas ruas para prender o restante do bando.

Fonte: Portal Debate Carajás

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