Na manhã deste sábado (23), motoristas entraram em contato com o Portal Debate, “tiriricas da vida”, com a empresa LCM, responsável por uma “Operação Tapa Buraco”, entre o 1º Grupo de Artilharia de Campanha de Selva (1º GAC) e o Residencial Cidade Jardim, na Rodovia Transamazônica (BR-230), em Marabá, no sudeste do Pará.
De acordo com os denunciantes, de tanto esperar por uma fila que não andava, centenas de condutores enveredaram pelos bairros “Coca Cola” e “Fanta” para tentar fugir da rotatória do km 6 e acabaram criando outro engarrafamento gigantesco. Segundo eles, toda a extensão da BR-222, em frente ao Bairro Km 7, foi afetada pelo serviço que nunca acaba.
Os serviços foram iniciados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dni), no dia 24 de março de 2022, mas está longe de ser concluído. Segundo os condutores, a empresa LCM chega ao local da obra, coloca os cones para interditar o trânsito, porém só deixa 10 funcionários. Destes, apenas um rapaz estaria realmente trabalhando e o restante ficava de “cara pra cima”. “Será que existe Ministério Público Federal (MPF), em Marabá, que não vê esse absurdo?”, reclamaram os motoristas.
Esta já é a segunda matéria feita pelo Portal Debate a respeito da morosidade da conclusão da obra. Um motorista, que pediu reserva do nome, afirmou que levou 1h30 para percorrer o trecho entre as instalações do GAC e o Residencial Cidade Jardim. A Reportagem não conseguiu falar com o Dnit sobre os motivos dessa demora exagerada em uma simples “Operação Tapa Buraco”.
Caso a chefia do Departamento de Infraestrutura de Transportes queira se manifestar, as argumentações serão anexadas à matéria. (Portal Debate)



