Marabá
35°C
Overcast clouds

Suspeito mata colega de trabalho a tiros em garimpo indígena no Pará

Crédito: Reprodução
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email

A onda de assassinatos segue avançando na região do Garimpo da Maria Bonita, no município de Cumaru do Norte, no sul do Pará. Por ser uma região de difícil acesso e na qual as polícias Civil e Militar não podem entrar pela condição de terra indígena, o crime pode acabar caindo no esquecimento, assim como vários outros que ali já ocorreram.

O mais recente homicídio registrado foi o do servidor público Robson Batista de Oliveira, que foi assassinado com um disparo de arma de fogo durante uma discussão com um colega de trabalho. De acordo com informações de pessoas que testemunharam o crime, o autor do disparo que ceifou a vida de Robinho, como era conhecido o servidor público, fugiu após assassinar o companheiro.

O crime ocorreu na tarde do domingo (18). Robinho por muitos anos trabalhou na Prefeitura Municipal de Redenção, na função de guarda patrimonial. Até o inicio deste ano, integrava a equipe de apoio da Escola Agrícola de Redenção, mas solicitou um afastamento para trabalhar no Garimpo da Maria Bonita, onde teve a vida ceifada pela violência que ali impera.

Crimes

Devido ao fato do garimpo clandestino estar situado dentro de área pertencente à Etnia Kayapó, é vedada a entrada de policiais civis e militares no local. A polícia alega não ter mais informações sobre o crime. Informações levantadas pela Reportagem, porém, apontam que raramente os crimes que acontecem no Garimpo da Maria Bonita são elucidados.

Apenas agentes da Polícia Federal podem entrar no garimpo, desde que com a autorização do cacique.

“Robinho” foi morto por um colega de trabalho – Crédito: Reprodução

Fonte: Blog Dinho Santos

Cadastre-se e receba notificações de novas postagens!