O homem apontado como suspeito de matar a recepcionista Marli Pereira da Silva, de 40 anos, apresentou-se na tarde desta quinta-feira (12) no prédio da Superintendência Regional da Polícia Civil, em Marabá, no sudeste do Pará.
Weverson Huge Ribeiro da Silva chegou ao local acompanhado por dois advogados criminalistas. Durante os procedimentos na unidade policial, ele não prestou depoimento e permaneceu em silêncio.
Após os trâmites na delegacia, Weverson deixou o prédio da Polícia Civil e saiu em um veículo ao lado dos advogados. Ao deixar o local, ele não falou com a imprensa.
Do lado de fora da superintendência, familiares e amigos de Marli Pereira organizaram um protesto cobrando justiça pela morte da recepcionista. Os manifestantes levaram cartazes e entoaram palavras de ordem pedindo esclarecimentos e responsabilização pelo crime.
Marli Pereira da Silva foi encontrada morta na manhã de terça-feira (10), nas águas do Rio Tauarizinho, em um ponto sob a ponte da BR-230 (Rodovia Transamazônica), na região do bairro Cidade Jardim, em Marabá. O achado do corpo foi comunicado à Polícia Civil pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
A recepcionista trabalhou por 11 anos no Grupo Correio de Comunicação. As circunstâncias da morte seguem sendo investigadas pela Delegacia de Homicídios da 21ª Seccional Urbana da Polícia Civil, que apura a dinâmica e a possível motivação do crime. (Portal Debate)


