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Suspeita de sequestrar bebê não agiu sozinha, diz delegado

Jaqueline diz que teve ajuda e policiais saíram com ela para tentar capturar a cúmplice do sequestro. A moça diz que queria ter outro filho e sofreu violência doméstica. (Ivan Duarte / O Liberal)
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Jaqueline, a principal suspeita de sequestrar um bebê, da maternidade da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, não agiu sozinha. É o que aponta o delegado Walter Resende, da Seccional da Cremação. Ela foi presa horas após o crime, na manhã desta terça-feira (23), no distrito de Icoaraci.

Um homem estava com ela no imóvel em que o menino Luiz Carlos — nascido na tarde de segunda (22) — foi encontrado. Ele também foi detido. Só que pode haver, no mínimo, mais uma pessoa envolvida. E foi quem ajudou na execução do crime, desde o acesso ao hospital até a fuga.

Via WhatsApp

Os primeiros depoimentos da suspeita, que foi identificada apenas como Jaqueline, poderiam não ser tão confiáveis. Visivelmente, ela estava abalada emocionalmente e psicologicamente. Nas primeiras informações, explicou o delegado Walter Resende, a moça relatou ter sofrido violência doméstica e querer muito ter outro filho.

O Liberal

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