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Sucuri de 7 metros é flagrada digerindo uma capivara

Suspeita é que animal teria engolido uma capivara, no rio Sucuriu, em Paraíso das Águas (MS). — Foto: Fernando Brito/Foto
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Uma sucuri de aproximadamente 7 metros de comprimento foi flagrada digerindo uma presa no final da tarde desta quinta-feira (17), no Rio Sucuriu, em Paraíso das Águas, região norte de Mato Grosso do Sul. Segundo o jornalista Fernando Britto, responsável pela imagem, a suspeita é que a cobra teria engolido uma capivara.
Britto conta que estava fazendo um passeio de barco com mais dois amigos no rio quando um deles avistou a cobra. O local também é conhecido por ter bastante capivaras: “Pensamos que estava morta, mas quando chegamos perto dela, notamos que ela estava quieta por conta do processo de digestão”, explicou.

Ainda de acordo com o jornalista, todos ficaram surpresos com o tamanho do animal que segundo ele, estava com a cabeça para fora do rio, parte do corpo boiando na água e parte do rabo enrolado em um galho, para se apoiar.

Conforme Britto, o grupo ficou cerca de 6 metros do animal justamente para não incomodá-lo. O jornalista ainda alerta para a questão de preservação da natureza para que cenas como essa, possam ser apreciadas por mais pessoas.

“Na cidade sempre realizamos campanhas educativas para preservar os animais e também a natureza como um todo. Nesse caso da sucuri que encontramos, mantemos uma distancia segura não só para preservá-la, mas também para nossa segurança”, e ainda acrescentou.

“É um risco para ambas as partes. Um animal desse tamanho, para se proteger, com a força que ele tem, pode até virar um barco. Nesse caso, consciência é muito importante, tanto para o homem, quanto para a natureza”, alerta.

Ainda de acordo com Fernando, no rio Sucuriu, nome oriundo por conta da grande quantidade de sucuris que pode ser encontrada, já houve relatos que no local já foram vistas cobras que chegaram há quase 10 metros de comprimento: “independente da espécie dos animais que podem se avistados por aqui eu ainda insisto, que as pessoas precisam ter a consciência de preservar esse rico lugar”, finaliza.

Fonte: G1

 

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