Um dos filmes mais esperados do ano já está entre nós. O Rei Leão estreou oficialmente nos cinemas brasileiros. Apesar do filme ser novo, já traz consigo uma grande responsabilidade. É assertivo dizer que no mínimo 80 por cento da audiência que foi, ou que ainda pretende assistir o filme, está com as emoções da animação de 1994 na cabeça. Esse é exatamente o intuito da Disney desde que ela começou a realizar os updates de seus clássicos. Não é novidade que, nos últimos anos, a indústria do entretenimento tem revisitado as décadas de 1980 e 1990. A incansável busca por referências retrô está associada à monetização da nostalgia, que já citamos algumas vezes por aqui. Com informações do Fatos Desconhecidos.

É óbvio que a Casa do Mickey Mouse não se jogaria de cabeça nessas releituras sem ter certeza do retorno. As duas maiores bilheterias de todos os tempos pertencem a filmes realizados por produtoras pertencentes à empresa. A concorrência é tão escassa que os dois blockbusters estão competindo entre si. Contudo, pra se manter no topo da indústria cinematográfica, a Disney investe bastante capital em suas produções. Com o filme de Simba e seus amigos, não foi diferente. Ainda maislevando em consideração o espetáculo visual que é o longa, tudo foi desenvolvido utilizando recursos de última geração. Inclusive, vem circulando por aí que O Rei Leão é uma revolução para o cinema equivalente à Avatar, de James Cameron. Sendo assim, levantamos o questionamento: qual o custo da realização de Rei Leão?

O longa dirigido por Jon Favreau foi confirmado em 2016, e hoje, finalmente chegou aos cinemas. O cineasta foi responsável por dirigir Mogli: O Menino Lobo. O filme conseguiu atingir 94 por cento de aprovação crítica no Rotten Tomatoes e foi altamente elogiado por seus recursos visuais. Sendo assim, Favreau era uma aposta certa pra Disney e a empresa não poupou recursos para concretizar a visão do diretor. O orçamento reportado para O Rei Leão é de estimados 260 milhões de dólares. Sim, essa moderna reimaginação da Disney é também a mais cara da companhia. Mogli, Dumbo e Aladdin, que também receberam grande atenção dos executivos, ficaram abaixo da casa dos 185 milhões.

Ponderando que esse não é um simples live-action e sim uma animação fotorrealista, é plausível o gasto. A maior parte do orçamento está relacionada à pós-produção, que consistiu em um processo longo e meticuloso. Os efeitos visuais apresentados no filme combinam captura de movimento com realidade virtual e tecnologia de escala aumentada. Basicamente, novas tecnologias foram desenvolvida para que esse longa chegasse às telas. Mesmo que as críticas sobre a produção estejam divididas, existe um consenso quanto ao espetáculo do CGI.