DA REDAÇÃO — As promotoras de Justiça Alexssandra Muniz Mardegan e Josélia Leontina de Barros Lopes, de Marabá, foram premiadas nesta quinta-feira (28), em Brasília, durante a cerimônia “Diálogos Ambientais”, promovida pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Elas integram a equipe responsável pelo projeto “Raízes Sustentáveis”, do Ministério Público do Pará (MPPA), que recebeu o “Selo de Excelência Ambiental” por incentivar práticas agrícolas sustentáveis em 23 municípios do sudeste paraense, fortalecendo a agricultura familiar e promovendo o desenvolvimento socioeconômico da região. O evento destacou 27 iniciativas de impacto ambiental em todo o Brasil.
O projeto “Raízes Sustentáveis”, do Ministério Público do Pará (MPPA), destacou-se por sua atuação na 3ª Região Agrária do estado. Desenvolvido pelos promotores de Justiça Alexssandra Muniz Mardegan, Josélia Leontina de Barros Lopes e Erick Ricardo de Souza Fernandes, o programa incentiva práticas agrícolas sustentáveis em 23 municípios do sudeste paraense, fortalecendo a agricultura familiar e promovendo o desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais.
A conselheira Ivana Cei, presidente da Comissão do Meio Ambiente do CNMP, abriu o evento ressaltando a relevância do selo como símbolo de comprometimento e inovação na defesa ambiental. “Este reconhecimento celebra não apenas a excelência, mas também a capacidade de transformar realidades e criar soluções efetivas para preservar o patrimônio ambiental do país”, afirmou.
O evento também enfatizou o papel do Ministério Público diante de crises climáticas, como apontado pelo conselheiro Fernando Comin. Ele destacou a atuação do Ministério Público do Rio Grande do Sul no enfrentamento ao desastre climático que afetou o estado em 2024, citando o trabalho como exemplo de mobilização e apoio à reconstrução.
Ao longo da cerimônia, representantes do Ministério Público parabenizaram os projetos premiados, reconhecendo-os como inspiração para novas iniciativas. “As ações aqui destacadas são uma mensagem de esperança e compromisso com um futuro sustentável, especialmente em um ano desafiador para o clima no Brasil”, finalizou a conselheira Cintia Brunetta. (Portal Debate)


