DA REDAÇÃO — O prefeito eleito de Bom Jesus do Tocantins, Jeilson Reis (MDB), será diplomado e assumirá o cargo em 1º de janeiro de 2025, conforme a escolha da maioria da população nas eleições municipais realizadas em 6 de outubro de 2024. A decisão judicial da 100ª Zona Eleitoral que desaprovou as contas de campanha não impede a posse dos eleitos, sendo tratada como uma questão técnica que seguirá para análise no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PA), em Belém.
Jeilson Reis foi eleito com 6.242 votos, obtendo a maioria absoluta no município. Após a apuração de 100% das urnas, sua vitória foi confirmada, e ele está devidamente habilitado para exercer o mandato.
Em nota enviada ao Portal Debate na tarde desta segunda-feira (9), a defesa de Jeilson Reis afirma que “embora tenha havido uma decisão desfavorável em primeira instância, os esclarecimentos apresentados demonstram que todas as despesas e doações foram realizadas de forma legal e transparente. Os erros apontados resultaram de falhas operacionais de fornecedores, já corrigidas e comprovadas com documentos fiscais e declarações. Em sede recursal, há plena convicção de que a decisão será revertida, reconhecendo-se a regularidade das contas”.

A diplomação dos eleitos de Bom Jesus do Tocantins, incluindo o prefeito Jeilson Reis, o vice-prefeito Nanô da Disbel e os 11 vereadores, ocorrerá no próximo dia 12 de dezembro, às 17h, no Carajás Centro de Convenções, em Marabá. O evento será conduzido pelo juízo da 100ª Zona Eleitoral de Marabá e incluirá também os eleitos dos municípios de Marabá e Nova Ipixuna. Suplentes de cada partido também serão diplomados.
A diplomação é o ato oficial da Justiça Eleitoral que valida o resultado das eleições, habilitando os candidatos eleitos a assumirem seus respectivos cargos. Essa etapa marca o encerramento do processo eleitoral, garantindo que os representantes escolhidos pela população possam iniciar seus mandatos.
A decisão de desaprovação das contas, embora exija esclarecimentos técnicos por parte dos eleitos, não altera a legitimidade do pleito nem o direito à posse. O caso segue para análise no TRE-PA, onde será avaliada a possibilidade de regularização das pendências apontadas. Enquanto isso, o mandato de Jeilson Reis segue assegurado, respeitando a decisão democrática dos eleitores de Bom Jesus do Tocantins. (Portal Debate)


