Emídio Nunes garante não ter consumido bebida alcoólica no dia do acidente

Um boletim de ocorrência registrado nessa sexta-feira (16) na 21ª Seccional de Polícia Civil de Marabá narra a versão de Emídio Nunes, pré-candidato a conselheiro tutelar, sobre o acidente envolvendo o automóvel Fiat Uno Mille, placa OBW, de cor preta, e um Ford EcoSport, cor prata, ocorrido na BR-230, às proximidades do Aeroporto de Marabá, na noite de quinta-feira (15).

Emídio Nunes relata que o carro dirigido por ele bateu na traseira do outro veículo, que se encontrava estacionado. Na colisão, houve danos materiais e o pré-candidato a conselheiro tutelar machucou a boca. Como estava com o celular descarregado para pedir ajuda, ele foi socorrido por um amigo para receber atendimento de saúde. “Eu não estava embriagado nem fugi do local do acidente, apenas fui procurar ajuda, mas retornei ao local da batida 30 minutos depois”, argumenta o mototaxista.

Áudios antigos

Emídio Nunes reclama de pessoas ‘sem escrúpulos’ que pegaram áudios antigos dele, abordando outros assuntos em grupos de WhatsApp, e divulgaram como se ele estivesse bêbado, discutindo com policiais e socorristas do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) no local do acidente. “Quando eu fui socorrido, a polícia e o Samu não estavam no local e, ao retornar, também não vi esses profissionais lá. Como eu poderia estar bêbado e discutindo com eles?”, pergunta.

Roubo de equipamento de som

Emídio Nunes relata no boletim de ocorrência que, ao retornar, o outro veículo não mais estava no local do acidente, e uma aparelhagem de som havia sido furtada do interior de seu automóvel. “O proprietário do EcoSport não esperou meu retorno para a gente realizar os procedimentos de praxe”, destaca o reclamante. O pré-candidato a conselheiro tutelar afirmou que apenas na manhã de ontem (16) seu carro foi rebocado por um caminhão guincho do estacionamento da Havan.

Medidas judiciais

O Portal Debate Carajás identificou e conversou com algumas pessoas que estavam postando os áudios, porém elas negaram saber a procedência e a data das conversas. Segundo elas, houve apenas um compartilhamento dos áudios. Emídio Nunes informou que está avaliando a possibilidade de responsabilizar judicialmente as pessoas que agiram de má fé, divulgando conversas ‘infundadas’ a respeito das circunstâncias envolvendo o acidente ocorrido na Transamazônica.