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Políticos locais tentam se viabilizar para 2022

Nesta imagem, os prováveis postulantes pela região a cadeiras na Alepa e na Câmara dos Deputados em 2022 | Foto: Portal Debate Carajás
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A um ano e cinco meses do início do processo eleitoral para escolha de deputados estaduais e federais no estado do Pará, nenhum neófito em Marabá pôs a “cabeça de fora”, colocando o nome à disposição do eleitor das regiões sul e sudeste do Pará.

Pelo andar da carruagem, a menos que surja uma candidatura aventureira, apenas Beto Salame (PP) será candidato a deputado federal. Beto foi eleito em 2014, fez um bom mandato, conseguiu recursos milionários para Marabá e outros municípios do Pará, mas não alcançou a reeleição em 2018 porque foi prejudicado por candidaturas “sem pé nem cabeça”, deixando a cidade sem nenhum representante no parlamento em Brasília (DF).

No entanto, nos corredores do mundo político, há quem dê como certa a candidatura de Thiago Miranda a deputado federal. Ele é filho do prefeito de Marabá, Tião Miranda (PSD), e atual Secretário Municipal  de Esporte e Lazer. Segundo agentes públicos próximos ao gestor marabaense, o atual prefeito estaria disposto a bancar o ingresso do filho na carreira política mesmo sabendo que fazer 80 mil votos será uma tarefa inglória.

Como prováveis candidatos a deputado estadual, como se especula no “tabuleiro”, o eleitorado de Marabá deverá escolher entre Toni Cunha (PTB), Manoel Veloso (PSL), Ilker Moraes (MDB), João Salame (sem partido), Chamozinho (MDB), Pedro Corrêa (DEM) ou Dirceu Ten Caten (PT). Neste cenário também aparece Thiago Miranda, posto que pessoas ligadas a Tião afirmam que o filho do prefeito de Marabá pensa em disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa).

O ex-vereador e ex-deputado estadual, filho de Marabá, Evaldo Bichara (PSL), será candidato a deputado federal, mas o político reside em Belém. Bichara está de olho no voto dos conservadores do Pará, ligados ao pré-candidato a governador, Delegado Everaldo Eguchi (PSL), e ao provável candidato à reeleição na Presidência da República, Jair Bolsonaro (sem partido).

O quadro político atual deverá sofrer alterações porque a provável candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve unificar os partidos com viés ideológico de ‘esquerda’, ‘centro’ e ‘centro esquerda’. Novas candidaturas poderão surgir assim como alguns nomes citados poderão ser demovidos da ideia de sair candidato, pois todos os supostos pré-candidatos ainda militam no campo da especulação .

O povo de Marabá precisa começar a se preocupar em escolher melhor seus representantes políticos, pois uma cidade com quase 200 mil eleitores eleger apenas três deputados estaduais e nenhum parlamentar federal, significa que os “candidatos paraquedistas” estão sendo mais valorizados que os “santo de casa”. Como diz o ditado popular: “Ruim com eles, pior sem eles”. (Pedro Souza)

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