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Polícia continua investigando morte de vendedor em Marabá

Paulinho era um pai muito amoroso e aparecia, na maior parte das fotos publicadas em rede social, ao lado do filho | Foto: Reprodução
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O Departamento de Homicídios da 21ª Seccional Urbana continua a ‘caçada’ a dois suspeitos de terem sequestrado o vendedor Paulo Marcelino de Almeida, conhecido como “Paulinho”, de 38 anos, no início da tarde do último dia 8, no Bairro Novo Horizonte, Complexo Cidade Nova. O corpo da vítima foi encontrado, na tarde de quarta-feira (10), próximo à antiga Fazenda Tibiriçá, enterrado em uma cova rasa, às margens da Estrada do Rio Preto, distante cerca de 10 km da sede de Marabá, no sudeste do Pará.

As primeiras investigações indicam que os assassinos vieram do estado do Tocantins, porém tiveram a logística fornecida por pessoas de Marabá. “Paulinho” estava em casa na companhia do filho de 3 anos. De acordo com relatos feitos pela criança, a vítima foi agredido e ameaçado pelos criminosos. Por volta de 14h20, os matadores deixaram a criança na escola e tomaram rumo ignorado, levando Paulo Marcelino como refém e executaram a vítima.

Familiares e amigos conseguiram rastrear o uso do cartão de crédito de “Paulinho” em diversos postos de combustíveis no estado do Tocantins. Segundo Polícia Civil, o veículo VW, Polo HL AD, de cor branca de propriedade da vítima, foi inserido no cadastro nacional de veículos roubados/furtados, porém, assim como os homicidas, o carro ‘desapareceu do mapa’.

Vídeo mostra assassino deixando a criança na escola – Crédito: WhatsApp

Polícia Civil

O Portal Debate Carajás fez contato com a 21ª Seccional Urbana, no início da tarde de hoje (29), o delegado Vinícius Cardoso afirmou que o inquérito está em andamento, mas dentro do prazo previsto em lei. “O delegado Toni Vargas, responsável pelo caso, arrolou várias testemunhas e está ouvindo todo mundo”, afirma. Vinícius disse que o caso é complexo e exige bastante esforço e cuidado durante as investigações. O titular da Delegacia de Polícia Civil observou que não poderia fornecer mais informações para não atrapalhar as investigações.

Através de um aplicativo de mensagens, áudios enviados pela mãe, irmã e amigos à Redação do Debate Carajás relatam a angústia vivida pela família. “Eu quero olhar nos olhos desses monstros e perguntar o porquê deles matarem meu filho”, relatou a mãe aos prantos. O modus operandi cruel utilizado pelos marginais para sequestrar e matar Paulo Marcelino chocou a cidade de Marabá. O caso teve ampla repercussão na mídia do estado do Pará. (Portal Debate Carajás)

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