Na manhã de terça-feira (6), a Polícia Civil, por meio da Divisão de Combate a Crimes Patrimoniais por Meios Cibernéticos, deflagrou a operação Fake Centralis, cujo objetivo foi realizar prisões temporárias e buscas e apreensões domiciliares decorrentes do delito de furto mediante fraude eletrônica e associação criminosa.
De acordo com a polícia, a quadrilha agia realizando ligações para vítimas correntistas do Banpará simulando serem funcionários do mencionado banco.
Em seguida, por meio de engenharia social, faziam que as vítimas fornecem a senha token do aplicativo bancário ou acessassem links maliciosos (falsos) para que espelhassem os dados bancários. Depois, realizavam empréstimos de altos valores e finalmente faziam as transferências bancárias para os beneficiários intermediários e finais.
Foram realizadas seis buscas domiciliares e cinco prisões temporárias. Os presos na operação tinham envolvimento por mais de uma vez em recebimento de quantias provenientes do crime anteriormente citado, motivo pelo qual continuam presos para que as investigações sigam acontecendo.
As diligências continuam para que o inquérito seja finalizado com os indícios suficientes de autoria e materialidade necessários para oferecimento da denúncia pelo Ministério Público. Todos os presos são residentes em Marabá e alguns possuem relação de afinidade. Eles foram encaminhados ao presídio da região. (Portal Debate, com informações da Polícia Civil)


