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Polícia Civil investiga morte misteriosa de joalheiro em Marabá

A Divisão de Homicídios da 21ª Seccional de Polícia Civil de Marabá não descarta nenhuma linha de trabalho nas investigações do assassinato do joalheiro Edilson | Foto: Reprodução
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Foi enterrado na manhã desta sexta-feira (16) o corpo do joalheiro Edilson Pereira de Sousa, encontrado morto boiando nas águas do Rio Itacaiunas, em Marabá, no sudeste do Pará. Ele passou cerca de 48 horas desaparecido depois que os documentos pessoais foram localizados dentro de um Jeep Renegade 1.8 preto próximo a uma fábrica de postes na Estrada do Lixão, na Vila São José (Km 8 da BR-230). A Polícia Civil não descarta nenhuma linha de trabalho nas investigações do crime, que ainda levanta mistério.

Conforme a Polícia Militar, que encontrou o carro de luxo, de placa PRT-0643, abandonado na terça-feira (13), havia muito sangue, uma faca e vestígios de tentativa de incêndio nos bancos traseiros. Além disso, havia documentos pessoais e diversos cheques cuja soma perfaz R$ 600.136,60. O veículo estava registrado em nome de um terceiro.

Carro foi encontrado com muito sangue, faca e vestígios de incêndio no Km 8 da BR-230, próximo a uma fábrica de postes

Na manhã desta quinta-feira (15), o corpo do homem, que era joalheiro e possuía residência em Parauapebas, apareceu no leito do rio à altura do Km 8, local em que o automóvel da marca de luxo Jeep e os documentos dele foram encontrados. Tudo indicava a ligação entre os casos, mas a confirmação só aconteceu depois que familiares de Edilson chegaram ao local.

O corpo da vítima foi trasladado pelos pares ao município de Conceição do Araguaia, distante 450 quilômetros via BR-155, ainda ontem, após liberação no Instituto Médico Legal (IML). Edilson Pereira de Sousa foi enterrado no Cemitério Municipal, na Avenida Governador Magalhães Barata, com número limitado de pessoas, devido às restrições da pandemia.

A Divisão de Homicídios da 21ª Seccional de Polícia Civil de Marabá não descarta nenhuma linha de trabalho nas investigações, partindo do achado do Jeep Renegade no Km 8, de modo a chegar à autoria e motivação de mais um crime bárbaro no sudeste paraense. (Vinícius Soares/Debate Carajás)

Corpo foi encontrado na posição decúbito ventral, de bruços, nas águas do Rio Itacaiunas

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