A Justiça do Pará condenou na noite desta quarta-feira (8) o policial militar Marçal Monteiro de Azevedo a 18 anos e seis meses de reclusão em regime inicial fechado, além da perda do cargo de PM.
Marçal é um dos acusados pela morte do advogado Arnaldo Lopes, assassinado com 5 tiros, no bairro do Jurunas, em Belém.
Segundo investigações do caso, a motivação da morte teria sido por disputa de controle da Associação dos Praças da Polícia Militar do Estado do Pará (ASPRA-PM), entidade criada em sociedade entre o advogado assassinado e um dos acusados.
O julgamento ocorreu no Fórum Criminal de Belém, e foram ouvidas 8 testemunhas, entre as de acusação e defesa. Dentre os quatro acusados do homicídio, três são policiais militares.
O crime ocorreu em 2017, quando a vítima saía da casa de familiares, sendo alvejada com disparos por todo o corpo. (Portal Debate, com g1)


