Uma mulher deixou de ajudar uma criança com câncer em Ohio, nos Estados Unidos, após descobrir que ela era filha de um casal de lésbicas, em mais um caso de homofobia.

A página “Callie strong, Tiny but mighty” foi criada para arrecadar doações e ajudar a custear um tratamento para Callie, uma criança de menos de dois anos diagnosticada com neuroblastoma – câncer nas glândulas localizadas acima dos rins – em estágio avançado.

A página foi criada por Tiffany e Albree Shaffer, mães da criança, que denunciaram, no início de abril, o diálogo com a mulher: “Eu iria doar US$ 7,6 mil (cerca de R$ 30 mil) para ela, mas descobri que ela é filha de lésbicas”, escreveu ela, em mensagem pessoal para a página. “Desculpe, ainda vou rezar por ela, mas talvez seja a maneira de Deus de chamar sua atenção que ela precisa de uma mamãe e um papai, não duas mães”, concluiu.

A postagem gerou revolta nas redes sociais e muitas mensagens de apoio para o casal: “Uma criança precisa apenas de alguém para amá-la, independente de sua cor, credo ou orientação sexual”, escreveu um internauta.

A vaquinha online feita para Callie já arrecadou $ 85 mil dólares (aproximadamente R$ 334 mil reais), de uma meta de $ 100 mil dólares (aproximadamente R$ 394 mil reais). 

O Dia