Maior peixe do mundo é encontrado morto no litoral do Brasil

Carcaça do animal, que media mais de 11 metros de comprimento e pesava cerca de 12 toneladas foi localizada no litoral de Vitória (ES).
Tubarão-Baleia - Foto: Reprodução

VITÓRIA (ES) – A carcaça de um animal, que foi encontrada durante a manhã de segunda-feira (27), no Canal de Vitória, no Espírito Santo, é de um “Tubarão-“Baleia”, da espécie Rhincodon Typus – considerada o maior peixe do mundo, segundo o projeto Baleia Jubarte.

O achado trata-se de uma uma fêmea de 11,6 metros e peso estimado de 12 toneladas. As informações foram coletadas após atividades de medição e coletas realizadas pelas equipes do Projeto Baleia Jubarte e Instituto Orca. O animal apareceu morto na Baía de Vitória e depois foi rebocado para a cidade Vila Velha, onde exames foram realizados por biólogos.

De acordo com o biólogo Daniel Motta, o tubarão-baleia é o maior peixe do mundo e por ser tão grande, ganhou esse nome. O especialista destaca que o tubarão-baleia é um animal com hábitos migratórios e oceânicos, principalmente em ilhas oceânicas.

“Temos como exemplo o arquipélago de São Pedro e São Paulo e Fernando de Noronha. No Espírito Santo, esse é o quarto registro da espécie”, destaca. De acordo com os biólogos, esse animal morreu,há muitos dias, e veio trazido para dentro da Baía de Vitória pelos ventos, correntes marinhas e a força da variação de marés.

Saudável e bem nutrido

De acordo com os especialistas, até o momento não foi identificada nenhuma marca que possa sugerir emalhe em equipamentos de pesca ou atropelamento por embarcação. Foram coletadas amostras de tecidos que serão examinadas posteriormente para identificar possíveis doenças ou contaminação. Ao final da necropsia, o animal será enterrado em local apropriado pela Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Vila Velha.  (Portal Debate, com Portal ND+)

Maior peixe do mundo é encontrado morto no litoral brasileiro
Tubarão-baleia é um animal com hábitos migratórios e oceânicos, principalmente em ilhas oceânicas – Foto: Instituto Orca/Folha Vitória/Portal R7/Divulgação/ND

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