Justiça solta trio acusado de estelionato em Parauapebas e Marabá

Douglas Borba, Evilson Costa e Eduardo Bandeira foram soltos, na tarde deste sábado (1º), pelo juiz José Amarildo Mazutti, titular da 2ª Vara Penal, por volta de 16h, em Marabá.
Evilson Costa, Eduardo Bandeira e Douglas Borba - Foto: Reprodução

MARABÁ (PA) – Na tarde deste sábado (1º), o suspeito de aplicar golpe em idosos, identificado como Douglas Barros Borba, preso na última quinta-feira (30), foi colocado em liberdade pelo juiz José Amarildo Mazutti, titular da 2ª Vara Penal, por volta de 16h, em Marabá, no sudeste do Pará.

De acordo com a Polícia Civil, Douglas Borba foi preso junto com os suspeitos Evilson Barros da Costa e Eduardo Gomes Bandeira. O bando teria aplicado um golpe contra uma mulher em Parauapebas e fugiu rumo a Marabá. As características do veículo utilizado no crime foram repassadas para Polícia Rodoviária Federal (PRF) que interceptou o automóvel.

Segundo as investigações, os suspeitos abordavam as vítimas, afirmando que elas tinham sido premiadas com um bilhete de loteria, conduzia-as até caixas eletrônicos para sacar o suposto prêmio, mas terminavam tendo valores sacados de suas contas pessoais. O trio preso responde pelos crimes de estelionato, uso de documento falso e organização criminosa. Por extensão, na sentença, José Mazutti ordenou a soltura de Evilson Costa e Eduardo Bandeira.

O juiz impôs diversas medidas cautelares diversas da prisão para colocar Douglas Borba, Evilson Costa e Eduardo Bandeira em liberdade como:

I – proibição de ausentar-se por mais de 8 (oito) dias da Comarca sem prévia comunicação e autorização judicial;

II – recolhimento domiciliar no período noturno, das 22h00 as 06h00, inclusive nos finais de semanas e dias de folgas;

III- não frequentar bares, boates ou similares, ser flagrado embriagado ou drogado;

IV – não portar armas de qualquer natureza;

V – Comparecimento mensal em juízo para justificar suas atividades, ficando dispensado em caso de suspensão do expediente forense, podendo o mesmo se dar via balcão virtual;

VI – Atualizar seu endereço em caso de mudança de endereço; e

VII – Não praticar crimes nem frequentar locais de reputação duvidosa.

Segundo a Polícia Civil, as diligências apontam que a organização criminosa em questão tem atuação em todo o Brasil, pois cometeu vários crimes em cidades Brasil afora. O advogado, Dr. Odilon Neto, fez a defesa de Douglas Borba. O causídico afirmou que o crime de estelionato é de baixo potencial ofensivo e os suspeitos poderão responder ao processo em liberdade. (Portal Debate)

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