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Justiça afasta coronel e prende sargento por crimes dentro de Batalhão da PM no Pará

Militares são acusados de cometerem vários crimes, valendo-se de suas funções de comando.
Sargento Gilson dos Santos Soares e a coronel Andréa Keyla Leal Rocha — Foto: Reprodução
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O Juiz de Direito Titular da Vara Única da Justiça Militar do Estado do Pará, Lucas do Carmo de Jesus, decretou a prisão preventiva do Sargento da Polícia Militar, Gildson dos Santos Soares e determinou o afastamento da Coronel Andréa Keyla Leal Rocha, da função de Comandante do Policiamento Ambiental da Polícia Militar (CPA).

Os militares  são investigados pelo Ministério Público pelos crimes de corrupção passiva, peculato, usurpação, excesso ou abuso de autoridade e ameaça, em Santarém, no oeste do Pará.

O documento do processo que embasa as investigações, traz depoimentos de policiais militares subordinados a Coronel Keyla, que denunciam a suposta venda de vagas “Ele cobrava R$ 10.000,00 (dez mil reais) para cada transferência.

De acordo com a decisão, a prisão de Gildson Soares se deu pela sua periculosidade e para garantir o andamento das investigações. A Coronel Andréa Keyla, além de ter suas funções suspensas, está proibida de frequentar a unidade policial, pelo prazo de 120 (cento e vinte) dias.

Ainda de acordo com processo, as investigações tramitam agora em segredo de justiça para preservação do interesse público e intimidade dos investigados.

Sargento Gildson

O policial militar carrega um currículo polêmico dentro da instituição e é alvo de várias denúncias no decorrer de sua carreira, entre elas homicídio, homicídio qualificado, ameaça, tráfico e uso indevido de drogas e está sendo investigado pela Corregedoria da Polícia Militar por falsificação de documento de cautela de armas no batalhão de Santarém.

Gilson foi acusado pelos crimes de homicídio qualificado e tentativa de homicídio. Em 28 de junho de 2018 ele foi apontado como o autor dos disparos que mataram Sonia da Silva Viana e feriram outras cinco pessoas. (Roma News)

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