Marabá
28°C
Overcast clouds

Justiça absolve acusado de matar dois desafetos no Pará

Os jurados acolheram o entendimento da promotoria do júri de que não existia prova nos autos para acusar o réu.
Crédito: Reprodução
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email

Um julgamento realizado na quinta-feira (10), decidiu pela absolvição de Claudio Pimentel e Silva que respondia por duplo homicídio das vítimas Jeffeson Patrick da Costa Moraes e Alex Ribeiro Madureira. Por maioria dos votos, os jurados do 4º. Tribunal do Júri de Belém acolheram o entendimento da promotoria do júri de que não existia prova nos autos para acusar o réu pela autoria do duplo homicídio. As informações são do Tribunal de Justiça do Pará.

Dois investigadores que trabalharam na apuração dos crimes compareceram e prestaram depoimento, informando sobre o trabalho investigativo.

Durante o interrogatório, o réu negou participação no crime e afirmou que no dia e hora estava em casa, dormindo com sua mulher. Ele afirmou, ainda, que foi acusado por ser foragido da Colônia Penal onde cumpria pena no regime semiaberto, por condenação por receptação de uma bicicleta.

Saiba como foi o caso

O crime aconteceu na madrugada do dia 22 de dezembro de 2013, por volta das 4h, em uma vila localizada na Baixada Fluminense, distrito de Icoaraci, em Belém. A vítima, Jefferson Patrick da Costa Moraes, conhecido como “Diabo Louro”, foi encurralado e executado com um tiro na cabeça.

Conforme as investigações, o crime foi cometido por Werbert de Souza Alves, conhecido na área como “Dudu” ou Eduardo, com a participação de Cláudio Pimentel e Silva e Rogério Heberson Amaro dos Santos.

A motivação do crime seria porque o Werbert tentava retomar o ponto da venda de drogas na área e que Jefferson, por costumar cometer roubos e atrair a polícia à região, estaria desagradando Werbert.

Fonte: O Liberal

Cadastre-se e receba notificações de novas postagens!