Jornalista Celso Freire morre aos 52 anos no Pará

Profissional ganhou mais de 40 prêmios de radiojornalismo
Celso Freire valorizou o radiojornalismo paraense com mais de 40 reportagens premiadas — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Morreu na manhã desta quarta-feira (24), o jornalista Celso Freire, aos 52 anos. Ele lutava contra um câncer e estava entubado nas últimas semanas na capital paraense.

Celso foi diagnosticado entre os meses de maio e junho deste ano, após sentir dores no ombro. A doença estava em estado avançado.

Com o tratamento, o jornalista precisou se afastar das atividades e teve a condição física comprometida, porém permanecia consciente.

Ele realizou uma cirurgia no mês de junho para retirada de tumores e manteve o protocolo de tratamento, contudo, precisou ser entubado no mês de julho.

Na última semana, o estado de saúde era estável, passou por um procedimento de ventilação do pulmão direito, e a respiração havia melhorado. Mas na madrugada desta quarta-feira (24), o jornalista não resistiu.

Celso Freire faria 53 anos no próximo dia 30 de agosto. O jornalista deixa a esposa e um filho.

Celso Freire ingressou em 1996 na faculdade de jornalismo na Universidade Federal do Pará. Passou pelas rádios Cultura, Nazaré, e trabalhava desde 2000 na Rádio Liberal e desde 2016 na Rádio Unama. Celso ganhou mais de 40 prêmios de radiojornalismo, regionais e nacionais.

O jornalista era conhecido pelas premiações que recebeu  — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O jornalista era conhecido pelas premiações que recebeu — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Colegas de profissão comentaram nas redes sociais sobre a morte do colega e lembraram com carinho do jornalista no início da manhã desta quarta-feira.

“Celso Freire, um grande amigo, alguém com quem pude ‘ombrear’ na jornada de trabalho por pelo menos 20 anos. Tivemos uma parceria de vida, de trabalho, de amizade. Uma admiração muito grande que tenho por ele, pelo legado que deixou, pelas premiações, por toda trajetória, pelo homem e profissional que foi, e deixa saudade em todos nós”, diz o professor e radialista Rodolfo Marques, amigo de Celso.

O velório ocorre no Parque das Palmeiras, na capela da Cidade Nova, em Ananindeua. O sepultamento será às 16h no Cemitério Parque das Palmeiras, na BR-316.

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