O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), no Estado do Pará, devolveu a aposentadoria de Teodora Maria de Alcântara, 121 anos, suspensa no mês de dezembro de 2021, porque a idosa não conseguiu fazer a “prova de vida”, na cidade de Cachoeira do Arari, no Arquipélago do Marajó, nordeste do Pará.
De acordo com o presidente do INSS, José Carlos Oliveira, o órgão concedeu a “aposentadoria por velhice” da centenária. Ela foi registrada como trabalhadora rural e passará a receber, mensalmente, o benefício de R$ 1.100 pelo restante da vida.
A marajoara, Dona Teodora Alcântara, nasceu em 1900, na Vila Japum, zona rural de Cachoeira do Arari, local onde vive até hoje. A idosa foi a Belém e em cinco dias renovou todos os documentos, de CPF a carteira de identidade, passando por título de eleitor, mas o INSS continuava negando o benefício.
Uma grande campanha foi realizada pela comunidade em busca da devolução da aposentadoria da centenária. Na semana passada, o Instituto Nacional do Seguro Social pediu 15 dias para dar uma resposta sobre o caso da idosa, todavia os familiares e amigos lutaram para que ocorresse a diminuição do prazo.
Feliz da vida, a mulher mais velha do Pará, vai retornar para sua Vila Japum, onde vai poder custear suas necessidades básicas com o dinheiro da aposentadoria, sem precisar está mendigando nada para ninguém. O caso de Dona Teodora Alcântara ganhou repercussão no Estado do Pará. (Portal Debate Carajás, com Notícia Marajó)


