Homem morre ao lado de cartela de tadalafila em casa de prostituição

A suspeita é que o homem tenha tido um mal súbito após a relação sexual

Um homem de 57 anos, cuja identidade não foi divulgada, morreu nesta quarta-feira (25) após passar mal dentro de uma casa de prostituição. Em um quarto do local, o homem estava acompanhado de uma mulher de 38 anos e, ao lado de seu corpo, foi encontrada uma cartela com 7 comprimidos de Tadalafila.

Os exames de necropsia ainda vão apurar as verdadeiras causas da morte, mas a principal suspeita é a de que o homem tenha tido um mal súbito logo após a relação sexual. O caso aconteceu na cidade de Santa Cruz do Sul, que fica localizada no Rio Grande do Sul. Para realizar a investigação, o Instituto Geral de Perícias (IGP) recolheu algumas pistas e vestígios do quarto que serão analisados sob os cuidados do delegado Róbinson Palominio.

De acordo com o registro de ocorrência, a mulher relatou que encontrou o homem já sem vida quando saiu do banheiro. “[A mulher] Informou que, após a finalização do ato sexual, dirigiu-se ao banheiro e, ao retornar ao quarto, encontrou o referido homem paralisado e sem responder a estímulos”, explicou ela.

Quais os riscos da Tadalafila?

A Tadalafila é um medicamento muito utilizado por homens que desejam tratar disfunção erétil e a hiperplasia prostática benigna. Ele pertence à mesma classe da sildenafila, popularmente conhecida como Viagra, e age como um vasodilatador, mas o seu uso contínuo e sem recomendação médica pode levar a alguns riscos à saúde, entre eles: a dependência psicológica do medicamento e, consequentemente, a impossibilidade de realizar ereções naturais.

“O uso indiscriminado da tadalafila pode causar reações adversas e perigosas interações com outros medicamentos. Alguns dos efeitos colaterais mais comuns incluem dor de cabeça, indigestão, dor nas costas, rubor facial, congestão nasal e dores musculares. Em casos raros, pode causar alterações na visão, na audição ou nos batimentos cardíacos”, afirmou o Conselho Federal de Farmácia (CFF) em 2024 sobre os riscos atribuídos ao uso indiscriminado do medicamento. (As informações são de O Liberal)

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