Wesley Sodré está foragido, há quase dois anos, após matar a esposa.

Familiares e amigos da jovem Risolene da Silva Barros, 31 anos, conhecida como “Rísia Barros”, cobram da justiça e da Polícia Civil do Pará, a prisão de Wesley Sodré da Silva, acusado de matar a balconista, com vários disparos de pistola, no dia 1/9/2017, após a jovem flagrar o esposo com uma amante na cama do casal. De acordo com o boletim de ocorrência, os dois começaram a discutir, o suspeito sacou a arma, matou a esposa e sumiu da cidade de Redenção, sul do Pará.

Rísia Barros no momento da execução

Desde a época do crime, ocorrido por volta de 10 horas da manhã, no conjunto de quitinete Bem Estar, localizado na Avenida Dellys Vilas Boas, no bairro Bela Vista, a família luta pela prisão de Wesley Sodré, mas sem obter sucesso. Amigos da vítima relatam que o suspeito mora na zona rural da cidade de Floresta do Araguaia, a apenas 100 km do local do crime. “Ele se esconde em fazendas, porém passa os finais de semana em Redenção. A polícia não prende esse assassino porque não faz esforço”, reclama uma tia de Risia Barros.

Foto do casal em perfil de rede social no dia do crime

A mãe da vítima reclama da falta de interesse do investigador responsável pelo caso. “De tanto eu cobrar a prisão do assassino de minha família, ele me enviou uma mensagem, mandando eu procurar o disque-denúncia e me bloqueou no WhatsApp. Desde essa época, nunca mais falou comigo”, relatou revoltada Luzirene Barros.

Risia foi morta covardemente pelo esposo com 4 tiros de pistola

Na época, o delegado Luiz Antônio, responsável em apurar o crime, disse que o “Caso Rísia Barros” já tinha sido concluído e confirmou o Mandado de Prisão Preventiva contra Wesley Sodré. O Delegado Geral de Polícia Civil do Pará, Alberto Teixeira, é conhecedor do caso e se comprometeu em prender Wesley Sodré o mais rápido possível. O próximo passo a ser dado por familiares e amigos é colocar a foto do acusado no cartaz do disque-denúncia, a população denunciar e a polícia prender o acusado.