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Fiscalização apreende 900 frascos de vacina animal estragada em Anapu

As doses irregulares, conforme a legislação, foram flagradas pela fiscalização da Agência em uma revenda agropecuária de e Anapu, no sudoeste do estado.
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Fiscais da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) apreenderam 900 frascos de vacinas de uso veterinário acondicionados em temperatura acima do permitido por legislação, o que torna as doses impróprias para o uso.

A fiscalização nas revendas agropecuárias é uma ação de rotina da Adepará, e desta vez o flagrante aconteceu no município de Anapu, sudoeste do Pará, nesta segunda e terça-feira (7 e 8).

Os frascos apreendidos totalizaram 19.520 doses de vacinas, já encaminhadas para destruição. A ação foi realizada em conjunto com a Unidade Local de Sanidade Agropecuária (Ulsa) de Anapu, Inhangapi e Jacundá.

Na Ulsa de Anapu, os agentes fiscais agropecuários, Lilian Moraes e José Ivaneu, intensificam as ações para cumprir com as atribuições da Gerência de Controle de Revendas de Produtos Agropecuários. Eles visitaram quatro estabelecimentos e um deles apresentou irregularidade no armazenamento dos insumos.

“Pela legislação, a temperatura ideal de armazenamento é de 2° a 8° graus. As vacinas foram encontradas armazenadas em 16°. O estabelecimento não foi interditado, mas os insumos foram apreendidos e encaminhadas para destruição”, disse Joylson Canto, fiscal estadual agropecuário da Ulsa de Inhangapi, que apoiou a ação junto com o agente fiscal agropecuário da Ulsa de Jacundá, Rodrigo da Silva.

O proprietário do estabelecimento foi orientado sobre a temperatura regular de conservação o controle de armazenamento dos insumos. A Adepará destaca que as casas de revendas agropecuárias devem estar cadastradas tanto na Agência quanto no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a fim de receberem orientações técnicas para evitarem perdas e mau uso de insumos, como o caso, em questão.

A Gerência de Controle de Revendas de Produtos Agropecuários da Adepará orienta também os proprietários dos estabelecimentos sobre a manutenção dos programas sanitários, como o da erradicação da febre aftosa, doença infecciosa aguda causada por um vírus que provoca febre, seguida pelo aparecimento de vesículas (aftas), principalmente, na boca e nos pés de animais.

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Crédito: Reprodução

Fonte: Agência Pará

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