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Em tempos de confinamento e queda nas vendas é preciso inovar. É com esse espírito que o Facebook lançou, nesta terça-feira (19), uma nova ferramenta chamada “Facebook Shops” que surge com a missão de ajudar as empresas e marcas a alavancar suas vendas. A novidade possibilita a criação de um espaço personalizado para destacar os produtos e facilitar o comércio.

Segundo dados divulgados na última quarta-feira (13), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em Abril o comércio varejista do Pará aparece com queda de 10,5% em relação ao movimento de Fevereiro. Antes disso, o pior resultado teria sido uma queda de 4,3% registrado em 2016.

O futuro é incerto e ainda não se vislumbra no horizonte um ponto de retomada do crescimento. Isso porque também são incertos os rumos que o país irá tomar para conter os o avanço no número de infectados e mortos pelo novo coronavírus.

Até que surja uma vacina, o caminho mais provável a ser seguido pelas autoridades em saúde será as restrições de movimentação de pessoas e que, de uma forma geral, atinge em cheio os mais variados seguimentos da economia como comércio, serviço e indústria.

Nesse contexto, iniciativas, como o ‘Facebook Shops’, surgem para somar. Em entrevista coletiva Layla Amiadi, gerente de produto do grupo, informa que “a experiência deve ser suave e inspiradora. Você pode explorar o universo das marcas com mais detalhes, sem precisar sair do aplicativo”.

Tudo funcionará como uma vitrine que deve ser criada pelas empresas e que poderá ser exposta em todos os app’s do grupo como Facebook e Instagram, inicialmente e depois o serviço será estendido para Messenger e WhatsApp.

Para driblar a distância física é importante explorar ao máximo todas as possibilidades oferecidas pela tecnologia. A rede social garante que o novo recurso será gratuito e estará disponível de forma gradual nos próximos dois meses.

A gigante americana revela que a nova ferramenta já estava em processo de criação desde o ano passado, mas com o advento da pandemia e o confinamento em massa seu desenvolvimento foi acelerado para atender consumidores e, principalmente, comerciantes afetados pela queda nas vendas.

Carlos Macambira – Estagiário