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Escolas não possuem estrutura para retorno de aulas presenciais em Marabá

Escolas estão se tornando em um ponto de contágio.
Crédito: Reprodução
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Os professores de escolas municipais e estaduais começam, “devagarinho”, a retornar para as atividades presenciais no estado do Pará. Ao contrário do que muita gente pensa, os educadores não estão em casa “coçando o saco”, como pensam alguns maldosos, mas sim trabalhando, em home office, através da chamada aula remota desde o início da pandemia da covid-19.

No entanto, a ausência de uma estrutura predial, uma vacina que nunca chega e a falta de um protocolo sanitário mínimo estão contaminando professores, gestores escolares e pessoal de apoio. Nos últimos meses, em Marabá, cresceu bastante o número de professores infectados porque o docente foi obrigado a comparecer nas escolas para receber e corrigir atividades pedagógicas feitas pelos alunos.

Durante a manhã de hoje (24), chegaram denúncias ao Portal Debate Carajás, relatando que em apenas uma escola do Núcleo Cidade Nova, em Marabá, existem seis servidores que testaram positivo para a covid-19 e mais três trabalhadores estão com o sintomas da doença. Após  as denúncias, a Reportagem apurou que não existe nenhuma empresa contratada para realizar higienização de prédios escolares na Terra de Francisco Coelho.

Os servidores denunciam a falta de um protocolo de fechamento da unidade escolar quando algum servidor testa positivo para o coronavírus. Cada diretor de escola age de um jeito. As atividades escolares irão voltar de forma presencial, porém é preciso aparelhar as unidades de ensino para que o ambiente garanta um mínimo de segurança ao professor sob pena de se ter um desastre sanitário como resultado de falta de planejamento e investimento para o retorno das aulas presenciais. (Texto: Pedro Souza/Portal Debate Carajás)

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