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Doença afasta consumidores e prejudica mercado pesqueiro em Marabá

A Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa) afirma que não há nenhum caso suspeito de urina preta no município
FEIRA DA FOLHA 28 MARABÁ
A feira da Folha 28, Núcleo Nova Marabá | Foto: TV Criativa Online
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Após registros da doença de Haff — mais conhecida como doença da urina preta — no estado do Pará, consumidores em Marabá, no sudeste do estado, estão deixando de comprar peixes e mariscos. E até quem vende hortaliças está reclamando dos prejuízos.

A Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa) afirma que não há nenhum caso suspeito da doença no município. A maior parte dos casos está concentrada nas regiões nordeste e oeste do estado, mas ainda assim toda a cadeia produtiva vem sofrendo prejuízos por conta de informações falsas que estão circulando.

Na tarde desta terça-feira (21), autoridades sanitárias de Marabá chamaram a Imprensa a fim de pedir para que a população volte a consumir peixes e mariscos na região e que retorne às feiras livres.

Na oportunidade, o coordenador da Vigilância Sanitária, Daniel Soares, estava acompanhado do médico veterinário Roger Lobo e da tecnóloga de alimentos Caroline Aquino, a Carol. Também participaram da coletiva a professora Cristiane Vieira, da Unifesspa, e o presidente da Colônia dos Pescadores Z-30, Edvaldo Ribeiro.

A equipe de reportagem da TV Criativa Online esteve na feira da Folha 28 para ouvir os interessados no setor. Confira:

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